Se a mulher nos Estados Unidos, no Japão e no Egito tivesse presença igual à do homem na força de trabalho, o PIB destes países seria 5%, 9% e 34% maior, respectivamente.

Como, então, elevar a participação econômica da mulher? Na busca de respostas, pesquisadores da Booz & Company avaliaram mais de cem países em dois critérios: políticas de apoio à mulher, como medidas para garantir o acesso à educação e ao crédito, e conquistas econômicas das cidadãs do país, incluindo nível de participação na força de trabalho e presença em postos de alto nível. A matriz à direita mostra como cada país analisado se saiu.

Segundo a equipe da Booz, quase um bilhão de mulheres poderiam ser incorporadas à economia mundial na próxima década. É uma cifra parecida às das populações da Índia e da China — fator que transformou estes países em potências econômicas nos últimos anos. “A mulher é o ativo econômico mais subutilizado na economia mundial“, disse Angel Gurría, secretário-geral da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Com a educação ganhando força mundo afora e empresas abrindo as portas para a mulher, este retrato pode em breve mudar.

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