Teorias administrativas vêm e vão — o que não significa que o destino das mais velhas seja a lata do lixo. Não. Essas teorias ficam aí, à espera de que alguém venha, tire a poeira e volte a usá-las. Como escreveu David K. Hurst em uma recente crítica de livros de gestão (na revista Strategy + Business, edição Winter 2006), teorias administrativas “surgem, são adotadas com entusiasmo e, depois, desaparecem, só para reencarnar mais tarde sob um novo nome”.

Naturalmente, essa reciclagem pode ser salutar se a idéia for boa. Só que o que é bom para uma empresa ou contexto empresarial pode ser ruim para outra, ou outro. Entre os livros resenhados por Hurst está A Verdade dos Fatos: Gerenciamento

Baseado em Evidências, de Jeffrey Pfeffer e Robert I. Sutton. O livro alerta para os perigos da adoção de uma idéia simplesmente por ela representar a última tendência no campo da gestão. Adotar uma idéia sem entender as circunstâncias particulares que fizeram com que funcionasse em outra empresa pode ser um tremendo erro. Já uma idéia que não emplacou em outro lugar pode ser perfeita para sua situação.

Entre em contato com Don Moyer no endereço dmoyer@thoughtformdesign.com.

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