NÃO DÁ PARA vencer toda batalha. E nem é preciso. É possível prosperar mesmo quando a maioria de seus projetos naufraga — desde que os que emplaquem tenham sucesso suficiente. Um grande acerto pode justificar o inevitável desfile de experimentos fracassados. Como observa Michael Mauboussin em seu livro sobre investimentos More Than You Know, “a freqüência do acerto não importa; o importante é a magnitude do acerto”. Mauboussin admite que isso vai contra a natureza humana. “As pessoas se sentem muito pior em relação a uma perda de determinado tamanho do que se sentem bem em relação a um ganho de magnitude similar.”

Não são só os grandes acertos que podem gerar valor para a empresa. Em “O pro­cesso do captor de valor” (HBR Maio 2007), Rita Gunther McGrath e Thomas Keil suge­rem saídas para que a empresa ganhe com seus erros. Um projeto infrutífero pode ser reposicionado para atender a um novo mercado ou vendido a terceiros — para quem o negócio pode ter um valor impossível de ser extraído por sua empresa. No mínimo, seria possível reaproveitar tecnologias, conhecimento e patentes do projeto falido. De novo, a natureza humana é um obstáculo. McGrath e Keil explicam: “Convencer gerentes de que errar sem gastar muito e aprender com o erro é um ótimo resultado (…) é extremamente duro, sobretudo se a pessoa foi ensinada a crer que (…) não atingir metas é ruim”.NÃO DÁ PARA vencer toda batalha. E nem é preciso. É possível prosperar mesmo quando a maioria de seus projetos naufraga — desde que os que emplaquem tenham sucesso suficiente. Um grande acerto pode justificar o inevitável desfile de experimentos fracassados. Como observa Michael Mauboussin em seu livro sobre investimentos More Than You Know, “a freqüência do acerto não importa; o importante é a magnitude do acerto”. Mauboussin admite que isso vai contra a natureza humana. “As pessoas se sentem muito pior em relação a uma perda de determinado tamanho do que se sentem bem em relação a um ganho de magnitude similar.”

Não são só os grandes acertos que podem gerar valor para a empresa. Em “O pro­cesso do captor de valor” (HBR Maio 2007), Rita Gunther McGrath e Thomas Keil suge­rem saídas para que a empresa ganhe com seus erros. Um projeto infrutífero pode ser reposicionado para atender a um novo mercado ou vendido a terceiros — para quem o negócio pode ter um valor impossível de ser extraído por sua empresa. No mínimo, seria possível reaproveitar tecnologias, conhecimento e patentes do projeto falido. De novo, a natureza humana é um obstáculo. McGrath e Keil explicam: “Convencer gerentes de que errar sem gastar muito e aprender com o erro é um ótimo resultado (…) é extremamente duro, sobretudo se a pessoa foi ensinada a crer que (…) não atingir metas é ruim”.

Entre em contato com Don Moyer no endereço dmoyer@thoughtformdesign.com.

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