Para Duncan J. Watts, o motor de epidemias sociais é gente comum e corrente, e não indivíduos “influentes”.
Yoshito Hori prevê que a juventude empreendedora no Japão poderá desbancar os colegas na China e na Índia.
Frédéric Dalsace, Coralie Damay e David Dubois sugerem que um produto – assim como Harry Potter – envelheça com o consumidor.
Harry Hutson e Barbara Perry devolvem a esperança ao repertório do executivo.
Eric von Hippel dá destaque à Dinamarca, onde a “inovação centrada no usuário” é prioridade nacional.
Linda Stone detecta sinais de revolta contra a dependência gerada por aparelhos como o celular e o BlackBerry.
Michael C. Mankins sugere onde investir toda aquela reserva de caixa.
Ap Dijksterhuis reitera o valor de dar um tempo antes de decidir.
Geoffrey B. West confronta a tese reinante de que pequenos grupos de inovação são mais criativos.
Karen Fraser sugere cautela com clientes aparentemente fiéis – mas que estão prontos para desertar a empresa por motivos éticos.
Phillip Longman prevê o retorno da sociedade patriarcal e seu impacto sobre a estratégia de marketing.
Rashi Glazer mostra as implicações socioculturais e empresariais da nanotecnologia.
Klaus Kleinfeld e Erich Reinhardt exploram a convergência da tecnologia de geração de imagens e da biotecnologia – e os vastos benefícios para a prática da medicina.
Clay Shirky mostra por que o sucesso de projetos de código aberto vem justamente de seu fracasso.
David Weinberger denuncia a transformação da accountability em um novo ritual canibalístico, o “accountabalism”.

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