Inovar demanda maior tolerância com a tomada de riscos e o aprendizado advindo dos erros e falhas. Mesmo assim, muitas empresas ainda são avessas a essa “cultura de riscos”. Romper com isso e criar um envolvimento mútuo, conduzindo à inovação, é mais fácil quando se deixa claro o que essa cultura significa:

 – Defina os riscos que valem a pena, delimitando as áreas nas quais se deve ousar e as que não se deve. Por exemplo, você deseja poucos riscos de execução quando se trata de compromissos com algum cliente. Contudo, arriscar experimentalmente pode trazer novas soluções aos problemas do contratante.
 – Use as palavras certas. Termos como “experimento” ou “missão de reconhecimento”, quando usados como antônimos de “projeto bem sucedido ou mal sucedido”, sinalizam uma maior incerteza quanto às atitudes tomadas.
 – Estabeleça fases bem definidas para o financiamento de projetos. Pare de assinar cheques em branco. Faça a cotação de cada fase do projeto a partir de estágios bem definidos. Caso algum passe do limite estabelecido, aí sim dê crédito extra.
 

Adaptado de “The Reason Your Team Won’t Take Risks” por Ron Ashkenas e Lisa Bodell

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