Gestão de pessoas

Evite esses erros ao responder ao ativismo dos funcionários

HBR
12 de março de 2021

Os líderes tendem a estar mal equipados para lidar com funcionários que falam política ou socialmente. Mas com o ativismo dos funcionários em ascensão, você precisa ter cuidado para não lidar com a sua resposta de forma inadequada. Como gerente, faça o possível para evitar esses três erros comuns.

  • Descartando o ativismo como comportamento desnecessariamente perturbador. Leve a sério a possibilidade de que você pode estar fora de contato se um movimento específico não ressoar com você – em vez disso, faça um esforço para ouvir e aprender com seus funcionários.
  • Acreditar que você pode ser apolítico. Inação ou silêncio não é neutro, é uma declaração. Isso também o deixa aberto a críticas sobre o mesmo problema que você espera evitar. Você tem a responsabilidade de responder, de uma forma ou de outra.
  • Correndo para soluções rápidas. Para evitar a armadilha das soluções rápidas, faça com que sua equipe executiva discuta a abordagem de sua organização para o ativismo dos funcionários como parte de seu plano estratégico. Ser proativo, não apenas reativo, pode ajudar a evitar respostas de pânico.

Essa dica é adaptada de “The Wrong Way to Respond to Employee Activism,” por Megan Reitz et al.

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